Tem tempo que não escrevo, não que tenha um motivo para isso... posso por a culpa na correria, na falta de tempo, nas mil coisas para fazer, nas duas dezenas de livro para ler, nas aulas para preparar, nos trabalhos para fazer e corrigir, nos e-mails a responder... enfim, um monte de desculpa esfarrapadas que insistimos em, a cada vez mais, ter.
Escrevi um pequeno poema, que tem verdades em si... por ser simples, curto e puro. Puro em sentido e em rimas.
Abraço a quem ainda passa por aqui.

O sonho
Ao invés do hoje
Queria o sempre
Ao invés do sempre
Queria tudo
Queria não por os pés
Pelas mãos
Queria ter minha mente prostrada
No chão
Queria ainda ter na boca
O gosto do pão
Que comi na manhã de outono
Antes das folhas caírem ao vento
Queria ter em meus sonhos de hoje
As crendices da criança que fui
Para que no fim de cada dia
A luz de uma lua branca
Acendesse em mim A visão do por vir.
Fabiano Araujo, 01 de agosto de 2007.
4 comentários:
Seria bem facil,sabermos do amanha,mudar o q tiver q acontecer,mas imagina o q aprenderíamos com isso...a cada dia a cada manha uma nova surpresa,um novo sonho e a esperança d um melhor dia...se soubessémos do por vir,talvez n teríamos força d continuarmos,depois d experiências aprendemos a saltar obstáculos e ter mais perspectiva d vida.Depende do ontem p sermos o hoje em busca do amanha.Bjos
Muito bom vc aki de volta
O q seria do sonho????????
Eu mantenho várias de minhas crenças de criança quando vou dormir. Deve ser por isso que mantenho a alma alegre, reduzindo os loucos efeitos desta vida adulta.
É bom tê-lo de volta. Abraço!
Sonhos são sempre muito bem vindos. Afinal que graça tem a vida se não sonhada?
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